Sobre notícias, ciclos e dúvidas

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Eu sei. Quem tem ido não tem ido ao Café da Casa nos últimos muitos dias deve estar cheio de questões como “O que diabos acontece?”.

Eu sei. Eu também me pergunto a mesma coisa todos os dias.

E, para ser sincera, ainda estou muito distante da resposta. De qualquer uma que eu poderia dar, na verdade.

Penso que, talvez, seja o caminho natural de um ciclo. O término das coisas como são, a mudança iminente de algo. Como se, simplesmente, não houvesse nada mais a fazer além de esperar.

O Café da Casa é um pouco de cada um de nós – parceiros, clientes, fornecedores, amigos, família. Mas é muito, muito da Luiza.

E, por ser muito dessa Luiza, é conseqüência, infeliz, passar pelo que a Luiza também passa.

Sei que é incômodo. Mas é como é.

Eu queria poder dar boas notícias e dizer aqui que tenho uma solução. Que vou estabelecer uma data e tudo vai voltar a ser como era. Ou voltará melhor. Mas ainda não posso dizer isso.

Também gostaria de ter estabelecido uma estrutura mínima para colocar alguém ali e o fluxo seguir normalmente. Cafés, comidinhas, sorrisos. Mas não pude. Ainda.

Então, por enquanto, ficam essas não-notícias.

Mas fica também a certeza de que eu quero muito, muito, dar-lhes notícias boas e inteiras.

E eu as darei.

 

 

Assim que as tiver.