{Manual prático de bons modos: cafeteria} Pra você dar o nome

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Então. Deixa eu me apresentar: Meu nome é Luiza. Não, você não é obrigado a saber disso, por isso estou te contando, tá? E vou me apresentar quantas vezes for necessário, sem problemas. O maior prazer. Maior mesmo. Sério. Até mesmo porque eu, euzinha, também não sei o nome de todo mundo que passa por aqui. E a cabeça até é mais ou menos treinada, mas às vezes dá branco. Branco mesmo. Normal, tá?

Mas. Mocinha?

Mocinha, não. Tipo. Não. Não mesmo, por favor. Eu te chamo de mo-ci-nha? Nunca.

Ah, e por favor, também não chame os salgados na vitrine de “coiso”. Você come coiso? Eu não como, não. E também não vendo, não. E todo o meu amor para você, mas meio que “coiso” não rola. É salgado, é pastelzinho, é empanada, é pão de queijo. C-o-i-s-o … hmm. Não.

{Manual prático de bons modos em cafeterias: “Eu mudaria até o meu nome, eu viveria em greve de fome…” Mas. Não.}

______

Esse {Manual} é livremente inspirado nesse outro aqui.

Nota: O [Manual Prático de Bons Modos em Livrarias] está fora do ar. Mas a Hillé dise que ele volta logo. Sim, ela disse. Quem? A mocinha. Digo, a Hillé. 😉

Nota 2: O título deste post é inspirado nessa música aqui do Tó Brandileone. O título. Só o título. Porque o resto não tem nada-a-ver.

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